20 Março, 2007

Big Bosta Brasil (não necessariamente nessa ordem)

Pega-se uma cambada de ratos de laboratório, coloca-os numa gaiola e vai-se fazendo experimentos com eles. Lembra alguma coisa?
Que dia começam as experiências com venenos e dissecações heim? E tomara que faça efeito também em quem vê esse bando de cobaias imbecis.

Esclarecimento

Sabe esse monte de post que eu fiz no Canadá e não possuem (têm, pertencem, ou como preferir) acentos gráficos? Azar de quem for ler (no caso, ninguém). Eu é que não vou sair editando seiláquantos textos inúteis. Mesmo porque cada vez que eu leio, eu edito, ou apago. E isso é um impulso contra o qual eu tento lutar. Mas é maior que eu, assim como a maioria dos impulsos, ruins ou não.

(acabei de redescobrir que gosto de escrever... GRANDISSÍSSIMA merda!)

Volver

Quando se volta, nada volta junto. O que você ganhou se perde, o que já tinha... não, não se perde. Mas também não volta. Nada volta. Nunca. As coisas mudaram. As pessoas mudaram. Os lugares mudaram. Eu mudei, um pouco. Mas as pessoas dizem que eu mudei pra caramba. Acho que é porque elas também mudaram, e, duas mudanças juntas viram uma mudançona. Sabe aquela coisa de "algumas coisas nunca mudam"? Poisé, mentira. Mudam sim. Mesmo porque, mesmo que não mudem, você muda (acredite). E, com essa sua mudança, tudo muda junto, aos seus olhos ao menos. A não ser que você e algo mudem em proporções iguais, o que, teoricamente, cancelaria a mudança. Ou não. Os outros veriam que mudaram, ambos, você e a coisa. Pelo menos as pessoas com as quais você não convive diariamente veriam, provavelmente. Quando se tem muito contato não se percebe mudanças, elas simplesmente ocorrem. Pessoas que mudam juntas não percebem as próprias mudanças. Eu percebi as mudanças, de tudo e de todos. E as minhas, ou pelo menos a maioria delas. Eu era um idiota. E só me arrependeo de não ter fumado mais. Mas sem epitáfios, por hora.